
O bebê indígena Warairo, de 3 meses, que morreu na madrugada desta sexta-feira (5), em Barra do Garças, não foi vítima de violência sexual, segundo laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Os exames concluíram que a Maria Eduarda Peretsitsu Warairo morreu em decorrência de complicações causadas por pneumonia, descartando a suspeita inicial de estupro que levou ao acionamento da polícia.
De acordo com o médico legista responsável pela perícia, não foram encontrados elementos compatíveis com violência sexual. Os exames apontaram que as alterações anatômicas observadas inicialmente durante o atendimento médico não tinham relação com abuso sexual.
O laudo pericial concluiu que a criança apresentava um quadro de pneumonia que evoluiu para insuficiência respiratória aguda, edema pulmonar e congestão pulmonar, condições que provocaram a morte.
Segundo a Polícia Civil, com base nos elementos técnico-científicos produzidos pela Politec até o momento, não foram identificados indícios de violência sexual relacionados ao óbito do bebê.
O caso
Uma equipe da Polícia Militar foi acionada na UPA após a unidade de saúde suspeitar que a vítima havia sofrido estupro.
No local, a enfermeira de plantão informou que a criança já estava sem vida, devido à gravidade da situação, e que o corpo havia sido encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos exames necessários.
Fonte: GC Notícias

